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    sexta-feira, 30 de maio de 2014

    Como Deus se revela a nós?


    Como Deus se revela a nós?



          pompeu
    Em épocas passadas, como Deus decidiu revelar o seu conhecimento à humanidade?
    “Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas...” (Hebreus 1:1).
    O Deus Todo-Poderoso, Criador de tudo que vemos e recebemos não deixou a humanidade sem governo ou direção. Ele tornou seus pensamentos em palavras para nosso benefício. Deus tem se revelado através de Suas palavras.
    A própria Bíblia diz que Jesus Cristo é “a Palavra” (João 1:1, 14). E, de acordo com esta passagem, que introduz o Novo Testamento, a mensagem da Bíblia Hebraica (o Antigo Testamento) é a verdadeira Palavra de Deus (Compare Mateus. 4:4; Lucas 4:4; Atos 24:14; 28:23).

             Porém, como Deus decidiu revelar até mesmo o mais precioso conhecimento?
    “... [Deus] a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho...” (Hebreus 1:1).
    Moisés profetizou a respeito da vinda de um futuro Profeta semelhante a ele, cujas palavras bíblicas, somos encorajados a meditar (Deuteronômio 18:15, 18).
    O apóstolo Pedro identificou este grande Profeta como sendo o próprio Jesus Cristo (Atos 3:20, 22-23). Não há dúvida -Jesus Cristo era este Profeta! (Compare João 1:45; Lucas 24:27).
    Jesus Cristo, como o próprio Filho de Deus, é o Profeta definitivo, e Sua palavra é a verdadeira essência da profecia (Apocalipse 19:10).
    Devemos dar ouvidos, cuidadosamente, ao que Ele nos ensina (Mateus 17:5).
    As palavras de Cristo são encontradas, especialmente, nos quatro relatos semibiográficos da Sua vida e ensinamento: os Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João.
    No entanto, num sentido mais amplo, tais relatos são encontrados em toda a Bíblia.
    O próprio Jesus apoiou a verdade e a autoridade dos Escritos Hebraicos, comumente chamado Antigo
    Testamento, ao dar-lhes o nome de Escritura (Lucas 24:44-45). Ele também forneceu a inspiração para a escritura dos livros, que viriam mais tarde a ser chamados Novo Testamento (João 14:26; 16:13).
    Cristo, insistentemente, referia-se ao Antigo Testamento como o registro verdadeiro, ligado aos
    procedimentos de Deus, e a sua divina instrução para a humanidade. Seu ensinamento e palavras
    eram repletos de citações e alusões da Bíblia Hebraica.

    Como Deus guiou os pensamentos dos Seus servos?

    “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos
    de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” (2 Pedro 1:21).
    O apóstolo Paulo também diz, em 2 Timóteo 3:16, que toda Escritura é, “inspirada” (literalmente “respirada por Deus”).

    Reflita sobre a escolha destas palavras. Paulo descreve a Escritura, usando o termo em grego
    theopneustos. A primeira parte da palavra, Theo, significa “Deus”.
    A segunda parte é pneustos - significa “respirado”.
    Portanto o apóstolo diz, como mostram algumas traduções, “Toda Escritura é respirada por
    Deus”, o que quer dizer que ela veio diretamente da boca de Deus.
    Certamente, o nosso Criador inspirou diretamente a mensagem divina, revelada tanto pelos apóstolos como pelos profetas (compare 2 Pedro 3:2).
    Em muitas escrituras, Deus tornou Sua mensagem divina conhecida pelo homem, através dos patriarcas e profetas, tanto do Antigo como do Novo Testamento.
    De fato, Pedro conecta as epístolas de Paulo ao “restante das escrituras” -- primeiramente,
    referindo-se ao Antigo Testamento (2 Pedro 3:15-16).
    Em 1 Timóteo 5:18, Paulo refere-se às duas citações como Escritura. Uma, do Antigo Testamento (Deuteronômio 25:4), e outra do Evangelho de Lucas (Lucas 10:7). Logo, quando Paulo escreveu sua primeira carta a Timóteo, por volta do ano 64 d.C, alguns escritos adicionais, ao
    que parece, já estavam sendo considerados como iguais aos do Antigo Testamento e eram chamados Escritura.
    Aproximadamente, 4.000 vezes, as passagens da Bíblia Hebraica são introduzidas por tais expressões como: “Falou o SENHOR”, “Assim diz o SENHOR” e “veio a Palavra do SENHOR”.
    A Escritura é, consistentemente, mostrada como vinda da própria “boca de Deus” (Mateus 4:4).
    Contudo, em certo sentido, a autoria da Bíblia é dual, porque, tanto Deus como o homem estão, claramente, envolvidos nela.
    Nosso Criador inspirou, diretamente, estes profetas hebreus.
    “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo”(2 Pedro 1:21).
    Portanto, Deus falou “pela boca de todos os seus santos profetas” (Atos 3:21) -- e por seus escritos, igualmente (Lucas 21:22). A conclusão natural é que toda a Escritura veio de Deus.

    Um livreto bíblico (The Lion Concise Bible Handbook) se expressa desta maneira:
    “É interessante notar que o Novo Testamento não faz qualquer distinção entre o que diz a ‘Escritura’ e o que diz Deus. As citações do Antigo Testamento são feitas de acordo com o que Deus diz, mesmo não sendo Ele o orador do contexto do Antigo Testamento”.


                                  Que qualidades que Deus atribui à Sua Palavra?
    “...recebei com mansidão a palavra em vós enxertada, a qual pode salvar a vossa alma” Tiago 1:21.
    Paulo também a chama de “a fiel palavra” (Tito 1:9), “a palavra da vida” (Filipenses 2:16) e, “a palavra da verdade” (2 Timóteo 2:15).

    Estas poderosas expressões ajudam-nos a compreender a verdadeira natureza da Escritura bem
    como de Deus. As qualidades de cura e o poder da Palavra podem ser enxertados (ou implantados) no íntimo de nós próprios.
    Quando buscamos o nosso Criador, sua Palavra nos habilita a produzir bons e permanentes frutos em nossas vidas (Isaías 55:6-13).
                   Que qualidade de Palavra todos nós apreciaríamos melhor?

    “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”(Hebreus 4:1 2).

    A Bíblia não foi destinada para ser lida casualmente como uma boa e simples literatura, ou contribuição, para o nosso aprendizado histórico, ou mesmo como um interessante exercício acadêmico de teologia.

    O propósito de ler e estudar a Bíblia é adquirir o entendimento da vontade de Deus como também aprender a viver por sua Palavra. Pelo resultado do estudo diligente da Bíblia, Deus deseja e espera de nós uma ação (Compare Hebreus 4:11,13).
    Autor: John Ross Schroeder.

                                                 escrituras




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